Archive for the 'Ípsilon' Category

Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

Indiana Jones
Agarrem o chapéu e o chicote dele

Indy está de volta – só o tratamos assim porque sentimos que o conhecemos bem. Spielberg, Lucas e Ford traçaram o seu percurso de vida em três filmes e voltam para o quarto, como que a marcar território, depois de terem participado na construção da Hollywood dos “blockbusters” universais. Os seus filmes e heróis transversais mudaram a indústria e a forma como se vê cinema, abrindo portas a 30 anos de filmes de acção e aventuras. Hoje, Indiana Jones é uma relíquia ou uma figura intemporal?

Festival Alkantara
A arte é sempre política, mas há alturas em que se faz mais política do que outras. Estamos num desses momentos e temos 17 dias, 26 espectáculos e artistas de 19 nacionalidades para o constatar.
Esta semana, a não perder o espectáculo de abertura “Tempest II”, de Lemi Ponifasio, artista neozelandês e fundador da companhia MAU, e “Chácara Paraíso”, projecto de Stefan Kaegi e de Lola Árias. Cláudia Dias é a primeira portuguesa do programa, com “Das Coisas Nascem Coisas”. E ainda: as nossas 10 escolhas

Júlio Cortázar

Foi um dos grandes autores latino-americanos do século. Disse que a sua obra “Rayuela” o salvou de se atirar ao Sena. O livro acaba de sair na Cavalo de Ferro com o título “O Jogo do Mundo”

Yasmina Reza
Durante um ano, foi como Nicolas Sarkozy: seguiu-o para onde quer que fosse até atingir a todo-dourada Presidência francesa. Mas não é certo quem observa quem (quem canibaliza quem) em “Madrugada, Tarde ou Noite”. Pedimos explicações a Yasmina Reza, uma ironista

As entrevistas a Sebastien Tellier, improvável concorrente francês ao Festival Eurovisão , e a Scout Niblett, uma das grandes vozes dos últimos anos que está em Portugal

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Amanhã pode ler no Ípsilon

Na capa:

“O Segredo de um Cuzcus”

Um grande filme popular à nossa mesa

Espectáculo de comida, diálogos e rostos. Uma família magrebina abre e cicatriza as suas feridas. Com “O Segredo de um Cuzcus” Abdellatif Kechiche faz um filme caloroso, utópico, um grande filme popular. Como é possível resistir? Sentemo-nos à mesa com esta família.

e…

Le Corbusier

Criou uma persona – Le Corbusier. Achava que só a arquitectura podia mudar o mundo. Desenhou móveis, casas e cidades, sonhou com arranha-céus, coleccionou conchas e ossos e encantou-se com o Oriente. Uma grande exposição no Museu Berardo, em Lisboa, apresenta o maior arquitecto do século XX. De quem não é fácil fazer um retrato, porque há demasiadas linhas de fuga nesta figura.

Camille com o corpo todo

A francesa Camille é daquelas cantoras que canta também com o corpo. Talvez por isso a sua música esteja tão perto da performance, da dança, da ópera, da pop, de explodir.

Tosca, personagem sem limites

Elisabete Matos faz de Tosca, a grande heroína de Puccini, personagem de emoções extremas que têm de ser planeadas meticulosamente.

Clara Andermatt

O céu é dela

“Meu Céu”, a nova criação da coreógrafa Clara Andermatt, é ela na rua com 32 pessoas: dois músicos, uma cantora, quatro performers, sete “traceurs”, 15 idosos, e no fim entram os Loosers. Tinha de ser uma coisa em grande, e é. O céu é dela hoje e amanhã em Santa Maria da Feira, e dias 3 e 4 de Junho no Alkantara.

Rui Sanches do outro lado do espelho

Na sua primeira exposição individual em Lisboa em sete anos, Rui Sanches mostra-nos o Museu Nacional de Arte Antiga como ele o vê: um “work in progress”.

E ainda os perfis dos realizadores Jeanne Waltz, a realizadora suíça que vive há 20 anos em Portugal, e de Paolo Marinou-Blanco, um realizador português e americano que se estreia com “Goodnight Irene” .

Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

Tema de Capa

Em “Shine a Light”, registo de um concerto no Beacon Theater de Nova Iorque, o cineasta Martin Scorsese filma o que permanece, hoje, nos Rolling Stones da sua juventude. O público, esse, verá o filme (e os Stones) de acordo com a sua geração. Ouvimos alguns testemunhos: Adolfo Luxúria Canibal, Paulo Furtado… E você? Ainda deixaria uma filha sua sair com um Rolling Stone?

 

 

Anos 60 na Cinemateca. António Rodrigues, o programador deste ciclo, garante que vamos sentir como se estivéssemos lá, ano a ano, na década que mudou tudo, no cinema e no mundo

 

Perfis de

Teresa Prata, na estreia de “Terra Sonâmbula”, longa-metragem que adapta Mia Couto

João Paulo, grande pianista de concerto e de jazz que ainda é um grande segredo como compositor (nós descobrimo-lo)

Emília Silvestre, “A Dama do Mar”

 

Dossier: a revolução musical na China.

Nasceram em grandes cidades, cresceram a ouvir cassetes-pirata de música ocidental, hoje são estrelas do panorama alternativo chinês. Política? Não é a palavra de ordem, as canções do Presidente Mão não podiam estar mais longe

Amanhã pode ler no Ípsilon


Talvez seja demais chamar-lhe festival, mas é para agarrar com as duas mãos. Há conversas, filmes e três peças: “Nefés” e “Masurca Fogo”, mas, sobretudo, há “Café Müller”. Esta é a única peça em que ela dança. A peça que ninguém esqueceu. Ela é Pina Bausch, o tema de capa do próximo Ípsilon

Em que também revelamos o “Diário” de Etty Hillesum, Etty, uma judia que não quis salvar a pele e entregou-se a um campo de concentração. A Assírio & Alvim acaba de traduzir esse livro. O Ípsilon falou com Klaas Smelik, depositário da obra, com a ensaísta Maria Filomena Molder que a descobriu num aeroporto, e com o poeta Admiel Kosnam, que escreveu sobre ela em Israel. Há textos que são a transformação de uma vida. O “Diário” de Etty Hillesum é um desses textos.

Ainda no Ípsilon:Tropa de Elite: sangue e corrupção – ou um livro polémico em que as personagens são a polícia brasileira e as favelas

Wong Kar-wai disse ao Ípsilon que não teve medo de ir atrás dos clichés da América no seu novo filme, “O Sabor do Amor”

Tiago Guillul  ou “Teologia e ‘panque rock’”: uma música que ameaça inscrever-se no mapa musical português

Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

De que matéria são feitos os Heróis Independentes do Indie Lisboa? No tema de capa do próximo Ípsilon mergulhamos no universo de Johnnie To (figura de culto do “action cinema” de Hong Kong) de José Luís Guerin (cineasta espanhol rodeado de fantasmas) e explicamos a razão do “hype” que rodeia o novo cinema romeno. (E o IndieLisboa vai mesmo perguntar, num debate já agendado: será que este novo cinema romeno é aquilo que o cinema português quer ser quando for grande?)

Dashiell Hammett: a evocação de um ardina, detective, alcoólico, comunista e promíscuo que reinventou o romance policial e se tornou ícone da literatura americana. Os seus últimos cinco romances estão outra vez a ser lançados em Portugal na Quinto Selo.
Enrique Vila-Matas (a propósito da publicação de Exploradores do Abismo, fala de si próprio e de um outro que escreve por ele. Enfim, vila-matiano…~Meredith Monk regressa a Portugal para três concertos que são uma viagem pela sua obra. Viajámos com ela…Ouvimos a muito aguardada integral das sinfonias de Beethoven, por Jos van Immerseel.
E ouvimos o novo álbum dos Tindersticks – regresso imaculado, dizemos nós.

Amanhã pode ler no Ípsilon

   Inacabado e inacabável. “O Homem Sem Qualidades”, de Robert Musil, objecto de uma desmesurada ambição da literatura do século XX, acaba de ser traduzido por João Barrento. Pela primeira vez em português numa versão não amputada. Um historiador e três criadores – um catalão, um austríaco e um português – expõem ao Ípsilon as marcas deste livro-bíblia. E entrevistamos o tradutor. “Dossier” de Luís Miguel Queirós e de Alexandra Lucas Coelho

“Para Além do Portão. A GNR e o Carmo na Revolução de Abril” está hoje nas bancas. Retrato inédito do 25 de Abril – a revolução vista do lado de dentro do Convento do Carmo, do lado dos perdedores -, é o resultado de uma investigação de Nuno Andrade. E se um dos tenentes do capitão Maia não se tivesse enganado na ordem de fogo e tivesse disparado para destruir o edifício?

O festival IndieLisboa começa no dia 24 de Abril e o Ípsilon assinala os destaques da programação do IndieMusic, secção de documentários musicais. Patti Smith e Scott Walker destacam-se. Mas há também Joy Division, Joe Strummer e kuduro

James Gray é um dos mais solitários cineastas americanos. Cheio de saudades da época clássica de Hollywood. Os seus filmes espelham esse… anacronismo procurado. “Nós Controlamos a Noite”, o seu terceiro filme em 13 anos, foi o motivo de uma entrevista

 

E descubra quem é Edson Cordeiro

As tecnologias contra nós

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Há um cão que ladra. Há um telefone que toca durante imenso tempo – era um fax. E há a voz do escritor Mário de Carvalho a falar sobre este nosso país, o seu “ambiente de negociata” e a sua falta de civismo. Também nos conta as razões que o levaram a sair do Partido Comunista Português.
Tudo isto foi gravado, em Lisboa, no seu antigo escritório de advocacia. Foi uma conversa a propósito de “A Sala Magenta”, o seu mais recente romance, editado pela Editorial Caminho.
Não basta vivermos à sombra das glórias do passado!”, alerta o escritor. Esta parte da entrevista não está no texto publicado no suplemento Ípsilon e que pode ler aqui.
Naquele dia tudo parecia correr mal. Depois de algum tempo de conversa – pelo menos duas perguntas – notei que o gravador não estava a gravar. Foi preciso recomeçar. No final tentei fazer um pequeno apontamento de vídeo. Aconteceu um qualquer problema de som – um zumbido insuportável – por isso o vídeo não está em condições de ser colocado no blogue.
Resta o Podcast (carreguem no start em cima), que aqui vos deixo, mesmo com o irritante som de fundo do telefone a tocar e do ladrar de um cão. Há dias em que as tecnologias estão contra nós.


Sobre

Este é um blogue do PÚBLICO, escrito por Isabel Coutinho. Desde 1996, a jornalista assina semanalmente a coluna Ciberescritas sobre o futuro dos livros, a presença de escritores na Internet e a relação entre as novas tecnologias e a literatura. isabel.coutinho@publico.pt

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del.icio.us Isabel Coutinho

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