Archive for the 'Agenda' Category

O PÚBLICO ERROU

No texto que saiu hoje no PÚBLICO sobre a programação da Feira do Livro aqui há um erro. Nenhum debate está agendado para hoje! Peço desculpa a todos os que sejam enganados pelo texto. Uma alteração à versão que escrevi e entreguei intoduziu um erro. Os debates realizam-se em vários dias, nenhum está agendado para hoje. E o último debate a que se referia esse paragráfo tem como tema “a educação sexual dos jovens hoje” o que levou à confusão. Não está agendado para hoje.

O site da Feira do Livro de Lisboa já está a funcionar. Carregue neste link.

A programação está disponível aqui

Os Livros do Dia podem ser consultados aqui.

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Em contagem decrescente

O blogue da revista Ler informa que a Feira do Livro de Lisboa começa no próximo sábado e fecha no dia 10 de Junho. Estamos em contagem decrescente. E já repararam que a chuvinha do costume já cá canta?

Última hora: Acordo assinado, feira ainda sem data

Finalmente foi assinado o acordo entre as duas associações de editores,  APEL e UEP. A Leya vai ter pavilhões diferenciados, a UEP prescinde de organizar a Feira do Livro de Lisboa para o ano e a data de abertura está só dependente de pormenores técnicos e da capacidade de montagem dos pavilhões. Foi necessária a intervenção do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa. A reunião terminou há pouco.

Ler no PÚBLICO.

Segundo golo dos verdes: estou deprimida

Desabafo para o Twitter: Segundo golo dos às risquinhas verdes! Estou a ficar como a rapariga que acaba de aparecer na televisão com um cachecol azul “enfiado” na cabeça. Deprimida. O meu querido namorado, pelo contrário, não me pára de me dizer que eles estão a jogar melhor. Caso eu ainda não tivesse percebido. Apitou. Final do jogo. Vou mas é para a cozinha.

Amanhã pode ler no Ípsilon

Na capa:

“O Segredo de um Cuzcus”

Um grande filme popular à nossa mesa

Espectáculo de comida, diálogos e rostos. Uma família magrebina abre e cicatriza as suas feridas. Com “O Segredo de um Cuzcus” Abdellatif Kechiche faz um filme caloroso, utópico, um grande filme popular. Como é possível resistir? Sentemo-nos à mesa com esta família.

e…

Le Corbusier

Criou uma persona – Le Corbusier. Achava que só a arquitectura podia mudar o mundo. Desenhou móveis, casas e cidades, sonhou com arranha-céus, coleccionou conchas e ossos e encantou-se com o Oriente. Uma grande exposição no Museu Berardo, em Lisboa, apresenta o maior arquitecto do século XX. De quem não é fácil fazer um retrato, porque há demasiadas linhas de fuga nesta figura.

Camille com o corpo todo

A francesa Camille é daquelas cantoras que canta também com o corpo. Talvez por isso a sua música esteja tão perto da performance, da dança, da ópera, da pop, de explodir.

Tosca, personagem sem limites

Elisabete Matos faz de Tosca, a grande heroína de Puccini, personagem de emoções extremas que têm de ser planeadas meticulosamente.

Clara Andermatt

O céu é dela

“Meu Céu”, a nova criação da coreógrafa Clara Andermatt, é ela na rua com 32 pessoas: dois músicos, uma cantora, quatro performers, sete “traceurs”, 15 idosos, e no fim entram os Loosers. Tinha de ser uma coisa em grande, e é. O céu é dela hoje e amanhã em Santa Maria da Feira, e dias 3 e 4 de Junho no Alkantara.

Rui Sanches do outro lado do espelho

Na sua primeira exposição individual em Lisboa em sete anos, Rui Sanches mostra-nos o Museu Nacional de Arte Antiga como ele o vê: um “work in progress”.

E ainda os perfis dos realizadores Jeanne Waltz, a realizadora suíça que vive há 20 anos em Portugal, e de Paolo Marinou-Blanco, um realizador português e americano que se estreia com “Goodnight Irene” .

Almeida Faria na Casa Fernando Pessoa

Marque na sua agenda, é já amanhã, às 18h30,  que o escritor Almeida Faria vai estar na Casa Fernando Pessoa (Rua Coelho da Rocha, 16, em LIsboa) a falar sobre os livros que não esqueceu.

Amanhã pode ler no suplemento Ípsilon

Tema de Capa

Em “Shine a Light”, registo de um concerto no Beacon Theater de Nova Iorque, o cineasta Martin Scorsese filma o que permanece, hoje, nos Rolling Stones da sua juventude. O público, esse, verá o filme (e os Stones) de acordo com a sua geração. Ouvimos alguns testemunhos: Adolfo Luxúria Canibal, Paulo Furtado… E você? Ainda deixaria uma filha sua sair com um Rolling Stone?

 

 

Anos 60 na Cinemateca. António Rodrigues, o programador deste ciclo, garante que vamos sentir como se estivéssemos lá, ano a ano, na década que mudou tudo, no cinema e no mundo

 

Perfis de

Teresa Prata, na estreia de “Terra Sonâmbula”, longa-metragem que adapta Mia Couto

João Paulo, grande pianista de concerto e de jazz que ainda é um grande segredo como compositor (nós descobrimo-lo)

Emília Silvestre, “A Dama do Mar”

 

Dossier: a revolução musical na China.

Nasceram em grandes cidades, cresceram a ouvir cassetes-pirata de música ocidental, hoje são estrelas do panorama alternativo chinês. Política? Não é a palavra de ordem, as canções do Presidente Mão não podiam estar mais longe


Sobre

Este é um blogue do PÚBLICO, escrito por Isabel Coutinho. Desde 1996, a jornalista assina semanalmente a coluna Ciberescritas sobre o futuro dos livros, a presença de escritores na Internet e a relação entre as novas tecnologias e a literatura. isabel.coutinho@publico.pt

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del.icio.us Isabel Coutinho

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