Amanhã pode ler no Ípsilon

Na capa:

“O Segredo de um Cuzcus”

Um grande filme popular à nossa mesa

Espectáculo de comida, diálogos e rostos. Uma família magrebina abre e cicatriza as suas feridas. Com “O Segredo de um Cuzcus” Abdellatif Kechiche faz um filme caloroso, utópico, um grande filme popular. Como é possível resistir? Sentemo-nos à mesa com esta família.

e…

Le Corbusier

Criou uma persona – Le Corbusier. Achava que só a arquitectura podia mudar o mundo. Desenhou móveis, casas e cidades, sonhou com arranha-céus, coleccionou conchas e ossos e encantou-se com o Oriente. Uma grande exposição no Museu Berardo, em Lisboa, apresenta o maior arquitecto do século XX. De quem não é fácil fazer um retrato, porque há demasiadas linhas de fuga nesta figura.

Camille com o corpo todo

A francesa Camille é daquelas cantoras que canta também com o corpo. Talvez por isso a sua música esteja tão perto da performance, da dança, da ópera, da pop, de explodir.

Tosca, personagem sem limites

Elisabete Matos faz de Tosca, a grande heroína de Puccini, personagem de emoções extremas que têm de ser planeadas meticulosamente.

Clara Andermatt

O céu é dela

“Meu Céu”, a nova criação da coreógrafa Clara Andermatt, é ela na rua com 32 pessoas: dois músicos, uma cantora, quatro performers, sete “traceurs”, 15 idosos, e no fim entram os Loosers. Tinha de ser uma coisa em grande, e é. O céu é dela hoje e amanhã em Santa Maria da Feira, e dias 3 e 4 de Junho no Alkantara.

Rui Sanches do outro lado do espelho

Na sua primeira exposição individual em Lisboa em sete anos, Rui Sanches mostra-nos o Museu Nacional de Arte Antiga como ele o vê: um “work in progress”.

E ainda os perfis dos realizadores Jeanne Waltz, a realizadora suíça que vive há 20 anos em Portugal, e de Paolo Marinou-Blanco, um realizador português e americano que se estreia com “Goodnight Irene” .

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1 Response to “Amanhã pode ler no Ípsilon”


  1. 1 VFS Maio 16, 2008 às 6:47 pm

    Causa (para Le Corbusier)

    A origem deriva de
    cinco pontos, todos eles
    nascidos das liberdades [sensoriais].
    A fusão com a paisagem é
    o sentido da obra, a razão de fazer
    existência.

    Solo, Ser, Homem, Estrutura, Arquitectura.
    Tudo é conjugável.
    Tudo é [meio]-ambiente.

    Só os cinco são a
    autenticidade.

    in Odes e Homenagens

    Peço desculpa se abuso do seu espaço. Vou ler. E vou tentar ir à exposição.
    VFS


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Este é um blogue do PÚBLICO, escrito por Isabel Coutinho. Desde 1996, a jornalista assina semanalmente a coluna Ciberescritas sobre o futuro dos livros, a presença de escritores na Internet e a relação entre as novas tecnologias e a literatura. isabel.coutinho@publico.pt

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