
Talvez seja demais chamar-lhe festival, mas é para agarrar com as duas mãos. Há conversas, filmes e três peças: “Nefés” e “Masurca Fogo”, mas, sobretudo, há “Café Müller”. Esta é a única peça em que ela dança. A peça que ninguém esqueceu. Ela é Pina Bausch, o tema de capa do próximo Ípsilon
Em que também revelamos o “Diário” de Etty Hillesum, Etty, uma judia que não quis salvar a pele e entregou-se a um campo de concentração. A Assírio & Alvim acaba de traduzir esse livro. O Ípsilon falou com Klaas Smelik, depositário da obra, com a ensaísta Maria Filomena Molder que a descobriu num aeroporto, e com o poeta Admiel Kosnam, que escreveu sobre ela em Israel. Há textos que são a transformação de uma vida. O “Diário” de Etty Hillesum é um desses textos.
Ainda no Ípsilon:Tropa de Elite: sangue e corrupção – ou um livro polémico em que as personagens são a polícia brasileira e as favelas
Wong Kar-wai disse ao Ípsilon que não teve medo de ir atrás dos clichés da América no seu novo filme, “O Sabor do Amor”
Tiago Guillul ou “Teologia e ‘panque rock’”: uma música que ameaça inscrever-se no mapa musical português










nunca vi tamanha máquina publicitária por detrás de uns quantos espectáculos que são óptimos soporíferos. Pina Bauch há 20 anos fazia sentido…please…já não se aguenta tanta coisa do mesmo.